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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Luminária de energia solar

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Sol em jarra. Se você bateu o olho na foto e imaginou cookies deliciosos lá dentro, reveja a imagem. Neste pote só tem lugar para a luz do sol. Isso mesmo, ele possui um painel interno que capta a luz solar e a transforma em energia, que é armazenada em uma bateria e pode ser ligada a qualquer momento. Ideal para quem gosta de acampar ou quer uma luz indireta na varanda e no jardim de casa. Assim, de dia ela armazena a luz e de noite está pronta para ser usada. Boa alternativa também para quem gosta de deixar uma luz acesa no corredor ou no quarto durante a madrugada. Economiza energia e a consciência fica limpa. A SunJar possui o selo ROHS - Restriction of the Use of Certain Hazardous Substances (Restrição de Certas Substâncias Perigosas), que certifica a ausência de materiais tóxicos no produto, diminuindo os riscos ao meio ambiente ao ser descartado. Ela ainda é à prova d’água e fácil de limpar. A luz acende no escuro ou com o painel solar coberto, desde que o botão ligar/desligar esteja acionado. O tempo de carga é de cerca de 3 horas e, depois de totalmente recarregada, a Sun Jar Luminária Solar dura 5 horas acesa.
Todo produto com placa solar precisa de um dispositivo, que utiliza algum tipo de bateria, para armazenar a energia. A Sun Jar utiliza uma pilha AA. Para garantir menor impacto no meio ambiente, sugerimos que a pilha seja descartada de maneira responsável, em pontos de coleta específicos para tal.
Medidas: 10,5 x 16 x 10,5 cm

sexta-feira, 18 de março de 2011

Tijolo Ecologico (vantagens e desvantagens)

O tijolo ecológico é uma alternativa verde aos tijolos normais, com muitas vantagens e algumas desvantagens. 

Composição

O tijolo ecológico (também conhecido como o tijolo modular) é construído a partir de uma mistura de solo, cimento e água, que se posiciona de uma maneira especial e pressionado manualmente ou mecanicamente, recebendo até 6 toneladas de pressão, com forte ligação do grão e tornando o processo de queima do forno, que é comumente usado em tijolos de barro comum, desnecessários.

Tipos de tijolo ecológico

O tijolo ecológico é muito mais do que uma estrutura simples de tijolos que ocupa uma parede: com suas características físicas que proporciona economia, estabilidade estrutural, harmonia e beleza dos campos, tornando a sua casa se torna um lugar agradável, relaxante e seguro. Ao eliminar o desperdício típico de uma obra comum, além de minimizar o tempo eo custo do método de trabalho intensivo, o tijolo modular permite a construção rápida e barata de casas.
Com três formatos diferentes: tijolo inteiro, tijolo meia e canal, a casa pode ser construída para formar uma cadeia de vetores que são reforçadas através da fixação de portas, janelas e paredes, permitindo a inserção da rede elétrica, hidráulica, televisão por cabo, gás , telefone e interfone dentro de seus furos, acelerando ainda mais a construção.
Full brick Half brick Channel brick

 

 

 

Vantagens:

  • O tijolo é feito de eco-manual ou prensa hidráulica, com pressão equivalente a 6 toneladas, o que torna regular, com faces lisas, permitindo um encaixe perfeito, tornando o cálculo de unidades a serem utilizados em todas as paredes e todo o trabalho, sem a necessidade de cortar o tijolo.
  • Devido às suas faces lisas e apto duplo, as paredes mantêm uma corrida perfeita e bela acabamento, oferecendo beleza estética do edifício.
  • Sua arquitetura evita o uso de pregos, arame, madeira e folhas da parede pronta para a incorporação da rede hidráulica, elétrica e outros.
  • Têm isolamento térmico e acústico, permitindo que o ar dentro dos furos de ser aquecida pelo sol, sofrendo o deslocamento para cima e deixe esfriar para baixo, além de reduzir a umidade nas paredes.
  • Os acessórios foram desenvolvidos para aumentar a resistência da estrutura, e para facilitar sua colocação e diminuir drasticamente o tempo de conclusão.
  • Devido suas faces lisas e belas, não há necessidade de gesso ou a colocação de azulejos e outros acabamentos, quando desejado.
  • O cimento é utilizado em pequenas quantidades no edifício de tijolo modular e as colunas e vigas podem ser feitas facilmente utilizando os furos e tijolos canal.
  • A construção modular com o trabalho de tijolo favorece a limpeza e menos entulho e perda de material.







Contras

  • O tijolo ecológico requer um pedreiro qualificado, com conhecimento básico da técnica de aplicação e requisitos de sistema na montagem e colocação de paragens e hardware.
  • Pode ser usado em climas secos, mas em climas muito úmidos ou em locais onde existe uma maior exposição à umidade, não é muito confiável e não foi testado o suficiente.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Arquitetura sustentável

    








 A expressão da moda é: sustentabilidade. Mas o que quer dizer esta palavra que estampa capas de revista, páginas da internet e noticiários? Os planos do governo, os discursos da ONU e até as empresas a têm como meta, mas qual o seu peso? Como ela funciona na prática? Por que esta urgência repentina em correr atrás de algo que sequer ouvíamos falar?

Sustentável é todo processo que tem a qualidade de continuidade e preservação. Trocando em miúdos, é toda atividade humana que não extingue os recursos de seu ambiente, dando-lhe tempo e condições para que se renove, seja isto por meio natural ou também por ação humana. Sim, o homem pode alterar, estimular ou mesmo criar fontes de recursos e energia em seu ambiente – a exemplo das represas hidrelétricas e dos reflorestamentos das madeireiras. A sustentabilidade, porém, não é só o monstro a ser domado pelos governantes e empresas das grandes nações poluidoras. Ela também freqüenta nossas casas e nos empurra para dentro deste processo. Afinal, além da comoção passageira com aquela foto-clichê de árvores serradas na Amazônia, a preocupação com o ambiente tem outras escalas, indo do seu quarto ao seu planeta, dos madeireiros ilegais à conservação do asfalto de nossa cidade, ao playground do seu condomínio, à sua conta de luz e à própria cadeira onde você está.

Os dados ambientais publicados na imprensa são assustadores. Mas em vez de discutir as generalidades do assunto, apresentarei apenas sugestões e questões que tocam a Arquitetura, para mostrar que com ela é possível reverter este quadro ou, ao menos, não agravá-lo – o que já é de bom tamanho. E também para descobrirmos que somos mais importantes neste processo do que imaginamos.

A Arquitetura é uma atividade que já implica de imediato no que há de mais simples e nobre na sustentabilidade: o planejamento. Aplicado desde a escolha do local da obra, no Projeto Arquitetônico e na própria construção, o planejamento pode carregar a sustentabilidade sem atrapalhar em nada a realização e o conceito de seu Projeto. A sustentabilidade pode, inclusive, trazer uma nova visão sobre a Arquitetura. Analisemos a princípio o Projeto de uma casa. Antes dele, a escolha do lote é o primeiro diferencial: sua posição definirá a distribuição dos ambientes quanto à insolação. Se o fundo de seu lote está voltado para o sul, por exemplo, os quartos voltados para ele – que terá uma provável área de lazer – serão pouco ensolarados, isto é, menor retenção de calor e iluminação, menor exploração do bem-estar e maior conta de luz. Assim como a posição, a localização do lote também conta: as Áreas Verdes próximas, por exemplo, são motivo de atenção. Nossas leis municipais exigem sua presença nos loteamentos, fechados ou não, porém isto não se traduz em matagais em áreas de sobra. Tais Áreas podem ser plenamente utilizadas pelos moradores para o lazer, cultura e esportes. A vegetação, aliás, deve ultrapassar as Áreas Verdes exigidas, através da arborização das vias, das próprias residências e da não-pavimentação de superfícies que permitirem isto. Todo este conjunto criará, com um mínimo de investimentos, resultados tão simples quanto importantes: mais qualidade de vida, maior preservação do meio-ambiente, total funcionalidade e o efeito de microclima, tantas vezes deixado de lado, mas vital. Ele traz aquele bem-estar ímpar tal qual o sentido ao percorrer uma rua repleta de árvores. As grandes metrópoles, já sem alternativas, apelam para a construção por inteiro destes ambientes, numa guerra de folders imobiliários onde condomínios verticais e horizontais são recheados de Áreas Verdes. Nós ainda temos a opção de não chegar lá, exigindo um crescimento urbano saudável.

Já no Projeto, a sustentabilidade pode ter vários papéis. As portas e janelas, por exemplo, podem ser planejadas para aproveitar a iluminação e a ventilação naturais ao máximo, através de sua localização sobre áreas de trabalho (bancadas de cozinha, áreas de estudo, livings etc.), em paredes opostas permitindo ventilações cruzadas ou voltadas para o melhor momento de insolação que o ambiente necessita. Esta atenção diminuirá o uso de iluminação e condicionamento de ar artificiais e, assim, seu bolso e nossas fontes de energia agradecerão: atualmente o homem extrai a energia do planeta num ritmo 25% acima de sua capacidade de renovação, ritmo ainda crescente. Outra sugestão de Projeto de extrema importância é o tratamento adequado dado às águas da chuva. Antes que alguém amaldiçoe o descaso à qualidade de nossas ruas, às galerias pluviais e ao planejamento, trarei à tona nossa responsabilidade – pois parte dos problemas que as chuvas e inundações causam, dos quais reclamamos, é de autoria dos cidadãos. A Arquitetura não dá conta do combate ao abominável hábito de jogar lixo pela janela dos carros ou nos terrenos, mas pode oferecer soluções extremamente úteis, tendo a maioria delas um propósito comum: cada lote dar um fim responsável à quantidade de água das chuvas que recebe. Hoje, a maior parte desta água é jogada rapidamente à coleta urbana ou diretamente às ruas, juntando-se à água que vem de outros lotes, de outros quarteirões e de outros bairros, numa soma venenosa que transforma muitas de nossas vias em verdadeiras calhas urbanas. Porém, há idéias simples que quebram este ciclo. Já acessível, ainda que a certo custo, podemos citar o armazenamento e tratamento particular da água das chuvas para seu reaproveitamento com vários fins: vasos sanitários, torneiras de jardins, quintais e estacionamentos. Em empresas e indústrias, incluímos aí lavagens, resfriamento, irrigação, consumo de animais, reservas de incêndio etc. Ainda a certo custo, pode-se até localizar no Projeto uma estação de pré-tratamento de esgoto – que não traz retorno direto ao dono, mas trará à cidade. E para quem fez cara feia ao ler “investimentos”, há meios mais simples que não reaproveitam a água mas têm os mesmos resultados na preservação do nosso ambiente-cidade ante o caos das enxurradas. O combate ao velho costume da impermeabilização imprudente é um deles. É uma lógica simples, onde não se pavimenta nem se reveste o solo, dando a ele a capacidade e o tempo necessário para absorver a maior parte possível da água das chuvas. Na prática, sua aplicação é através da previsão de áreas permeáveis (jardins, por exemplo) ou, quando necessário, cisternas que maximizam o tempo de absorção da água pelo solo e reduzem a quantidade de água dispensada. Atitudes simples e eficazes que, se a maior parte da cidade a adotasse, teríamos carnavais com melhores lembranças.



fonte: http://www.soarquitetura.com.br/template.asp?pk_id_area=54&pk_id_topico=588&pk_id_template=1